Application of PageRank Technique in Collaborative Learning

Yang, S., Zhao, J., Zhang, X., & Zhao, L. (2008). Application of PageRank Technique in Collaborative Learning. In Anonymous (Ed.), Advances in Blended Learning Second Workshop on Blended Learning WBL 2008 Jinhua China August 2022 2008 Revised Selected Papers (pp. 102–109). Springer Verlag. doi:10.1007/978-3-540-89962-4_11 Neste estudo apresentado em 2008, uma equipa de investigadores de várias universidades Chinesas propuseram uma metodologia para a aplicação de um algoritmo derivado do PageRank (Brin & Page, 2000) às comunidades de elearning. Os autores descrevem como a aplicação desse algoritmo poderia otimizar os sistemas de aprendizagem dando ao aprendente a informação mais relevante, tendo em conta um ranking de credibilidade baseado em diversos fatores. Esse algoritmo teria também a capacidade de dinamicamente elevar ou descer a posição da fonte de informação no seu ranking de credibilidade, acompanhando a evolução dos eventos e informação disponível. A aplicação de algoritmos deste género é cada vez mais necessária dada a quantidade e variedade de informação disponível. Outros trabalhos na área são (Chakraborty, n.d.) ou (Desikan & Delong, 2006).

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A mobile agent-based p2p e-learning system

Kawamura, T, Kinoshita, S. &, & Sugahara, K. (2005). A mobile agent-based p2p e-learning system. IPSJ Journal. Retrieved from http://www.keisana.ike.tottori-u.ac.jp/publications/papers/210.pdf


Os investigadores da Universidade de Tottori, Japão, apresentaram em 2004 esta prova de conceito de uma plataforma de web-based training (WBT) baseada em tecnologia p2p que, ao contrário da abordagem tecnológica cliente/servidor, permite uma redistribuição mais eficiente e rápida da informação pelos diversos utilizadores (nodes) que agem eles mesmos como clientes e servidores. Mas a inovação passa pela aplicação de agentes, pequenas unidades de programação que acompanham a informação redistribuída (exercícios), que possuem a faculdade de poder corrigir o input do utilizador, dando-lhe feedback de forma instantânea do seu trabalho sem necessidade de ligar a um servidor central Este estudo demonstra as potencialidades de desenvolvimento do p2p aplicado ao elearning, tema amplamente debatido nos meios académicos como é o caso da Edutella ((Nejdl, Wolf, Qu, & Decker, 2002).

Challenges and Competences of the e-Teacher: A higher education experience in Portugal

Costa, F. A., & Fradão, S. (2012).   Challenges and Competences of the e-Teacher: A higher education experience in Portugal . In C. Prachalias (Ed.), Proceedings of the 8th International Conference on Education. Research and Training Institute of East Aegen, 5th-7th July (pp. 145–152). Samos Island, Greece. Retrieved from http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6994

Os autores dão conta da experiência de organização de um Mestrado em Educação em e-learning na Universidade de Lisboa, e tecem considerações sobre o papel do professor nesse cenário que me parecem valiosas pelo contributo de observação prática do que é geralmente postulado em teoria, com as dificuldades encontradas próprias de uma metodologia em contínuo desenvolvimento. O papel do e-professor ou e-tutor é diferente do papel do professor tradicional, pois são-lhe requeridas outras funções e responsabilidades e este deve possuir diferentes competências e conhecimentos, dos quais os conhecimentos tecnológicos não são os menos importantes. No entanto, o e-professor deve sobretudo criar estratégias para estimular e motivar os aprendentes à participação ativa, pois estes e os seus interesses são o foco central da aprendizagem.

Connectivism: Learning theory of the future or vestige of the past?

Kop, R., & Hill, A. (2008). Connectivism: Learning theory of the future or vestige of the past? … Review of Research in Open and Distance Learning. Retrieved from http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/viewArticle/523

Os autores fazem um balanço do debate sobre o conectivismo proposto inicialmente por Siemens e Downes, particularmente no seu estatuto como teoria da aprendizagem. O novo papel do professor é também abordado neste contexto, sendo que este assume um papel mais secundário devido à centralização do foco da aprendizagem no aprendente, passando o professor a agir como um guia dentro da rede de conhecimento a que este tem acesso. No entanto esse papel pode perder relevância à medida que a rede de conhecimento do aprendente evolui, dado que este passa a ter a capacidade de dirigir a sua própria aprendizagem para além da educação formal e das instituições tradicionais. Parece-me ser uma abordagem válida, e espelha algumas mudanças que estão em quanto ao papel do professor no ensino à distância.

e-Learning for the rest of us

Porquê e-Learning ON?

 

Porque o e-Learning representa um avanço notável no modo de encarar o ensino/aprendizagem, em sintonia com a evolução da própria sociedade, mas muitas vezes, por diversas razões que vão desde a falta de informação ao preconceito, não lhe é reconhecido o mérito devido.

Porque o paradigma do e-Learning e dos conceitos a este associados, tais como o design instrucional, a partilha de informação e de ferramentas, a colaboração, representam uma mais-valia que deveria ser muito mais e melhor aproveitada para o desenvolvimento humano.

Porque, em suma, é necessário ativar nas pessoas o admirável mundo novo, não o de Huxley com o seu totalitarismo igualitário, mas o do e-Learning com tudo o que representa de possibilidades para o desenvolvimento pessoal, académico e social. Por isso… ON!