I’m (OLDs) MOOCing in the rain… #oldsmooc_w2

raining_cats_and_dogs

Amid the nice winter weather we’re having here in Europe (rainstorm in Portugal, snow all over Europe, fyi), this was not a good (OLDs) MOOCing week for my. My time management was far from adequate, and I had to find time between the classes I give, the ones I take (or whatever you want to call them) and the deadlines for several assignments for the master’s (if you speak Portuguese, check out my Digital Storytelling video ). So, I didn’t start on Thursday, hoping to catch up in the weekend, and when it arrived some other things suddenly crashed on my lap (including the aforementioned deadlines), so I had to focus on that. Then week started and I was a bit frustrated and dispirited by the lack of communication in the project I had joined, so I didn’t have the nerve to do anything in the MOOC… I had to get some word of encouragement, and it came, but at the same time I just checked the status of the project, and the original promoter says she’ll be unable to actively support it due to work schedule. Oh well, at least she seems to have a stable job, which is better that not having one… Alas, I’m going to try to join another team, that’s how life is, keep banging your head and in the end… you get a concussion! 😀

Oh, wait, if I get to catch up with week 2 activities, can I still apply for the badge? If any reader knows, please comment J Thanks!

Cheerio!

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Mike Wesch, Etnógrafo Digital

Michael Wesch, Professor Associado de Antropologia Cultural na Kansas State University, estrutura suas pesquisas sobre o que ele denomina como Etnografia Digital. Por meio dessa abordagem, ele explora os efeitos das tecnologias digitais sobre a sociedade e a cultura globais. Basicamente, o autor insiste na ideia de que dentro da avalanche de informações propiciada pela Web.2.0, é necessário saber instigar a curiosidade e a imaginação dos estudantes.
Um de seus vídeos, The machine Us/Ing Us, foi lançado em janeiro de 2007 e avaliado como um dos mais vistos desde sempre no You Tube. Aliás, é sobre as comunidades organizadas pelo You Tube que estão focadas algumas de suas pesquisas. Por meio dos vídeos publicados, Wesh concluiu que as pessoas buscam partilhar em seus vídeos uma autenticidade e originalidade que são negadas e frustradas pelos canais de comunicação convencionais existentes. Segundo o antropólogo, existe um impulso em buscar expressão numa sociedade que parece anular esta possibilidade.
Wesch apresenta-nos quatro vídeos que retratam, cada um à sua maneira, aspectos da revolução digital que a sociedade contemporânea vive desde que a Internet se popularizou. Esta popularização da Internet, este acesso à rede das redes por camadas cada vez mais alargadas da população global, traz com ele novas formas de estar e interagir com o mundo, com os objectos, com as pessoas, com as instituições, criando de facto um novo paradigma de sociedade, cada vez mais global e assente em redes de interesses comuns, pela colaboração em prol de um bem comum, e menos caracterizada pelas fronteiras politico-geográficas.
Esta revolução cultural na sociedade é, naturalmente, marcada pelas tensões que se criam entre a mudança e o status quo, entre o risco da inovação e o conforto da imobilidade, entre os navegadores e os velhos do Restelo. As instituições tradicionais, construídas sobre milénios de saber e experiência acumulados, entre as quais a escola, tendem a resistir à mudança. Nos dois primeiros vídeos aborda-se o impacto das alterações no ensino, embora sob dois ângulos diferentes. No primeiro temos a utilização das possibilidades proporcionadas pela internet para a criação de comunidades, para dar resposta de uma forma colaborativa e solidária aos problemas sociais causados pelo aumento avassalador dos custos do ensino superior nos EUA, que levam a graves situações financeiras que impedem muitas vezes a prossecussão dos estudos. O problema dos empréstimos a estudantes nos EUA é uma realidade cada vez mais preocupante, e acções como esta dos estudantes da KSU são prova de que algo pode ser feito, e é cada vez mais a Internet que fornece, pela sua capacidade de interligar pessoas em todo o mundo, o meio para organizar e veicular acções de interesse comum. O vídeo não é só divulgador da acção, é ele próprio uma parte de grande importância da estratégia de angariação de fundos da campanha, e não é dirigido apenas aos estudantes da KSU, mas sim a um público-alvo global. A congregação de esforços em torno de causes comuns é, realmente, uma das marcas da sociedade em rede.
O segundo vídeo aborda a natural resistência da escola enquanto instituição tradicional à mudança, dado que esta é lenta em acompanhar as tendências da sociedade contemporânea. A escola é encarada pelos aprendentes de hoje como um espaço anacrónico, que pouco tem que ver com a sua realidade. Uma aula de hoje não é muito diferente do que era há centenas de anos; o saber é transmitido de forma organizada, compartimentada, magistral, o aprendente continua a ser na maioria dos casos o receptor passivo da informação, numa lógica muito afastada da realidade fora das paredes da sala de aula, onde a informação e o conhecimento estão ao dispôr de quem os procure de forma activa. A educação formal está (como sempre, de resto) em crise, mas nunca esta foi tão marcada como agora. A dificuldade em aceitar e adaptar as novas formas de conhecimento, as tecnologias da informação e da comunicação de forma eficaz e aproximada da experiência do aprendente contemporâneo levam a que seja encarada com algum descrédito e mesmo desdêm. Esta deixa de oferecer uma resposta eficaz, tornado-se cada vez mais irrelevante, consumindo recursos financeiros e humanos avultados e fracos resultados. Como a escola não pode mudar a sociedade, a sociedade terá de mudar a escola, forçando-a a uma adaptação necessária.
No terceiro vídeo o autor contextualiza o fenómeno das comunidades de “vloggers” em redes de partilha de vídeo, sendo a maior delas e, portanto, a que serve de exemplo, o YouTube. Os vlogs são video-blogs (ou video logs), e são algo característico da web 2.0. Comunidades formadas por pessoas de todo o mundo interagem de modo assíncrono mostrando-se em vídeo, falando para quem as quiser ouvir (e ver) sem os constrangimentos da conversa cara a cara, elicitados pela necessidade de utilizar personas para cada situação, pois não possuem modo de conhecer toda a sua audiência. O vlogging enquanto comunidade é também um exemplo de partilha e de colaboração social na rede, e é posto em evidência pela necessidade que as pessoas sentem de, embora focadas em si mesmas de uma forma algo egoista e narcisista, viver em sociedade de uma forma activa. A contextualização do tema é feita através da aposição do paradigma actual ao dos mass media, em que a televisão era o centro de uma cultura em que a audiência era passiva, consumidora de conteúdos, sem qualquer tipo de possibilidade de interação e escolha. Nesse sentido, é muito justificada a frase do autor: “Maybe this new machine will change us for better.”
Partindo do título, a máquina está a usar-nos, podemos conceber que a Internet se assemelha cada vez a uma rede neural, a um simbionte que se incorporou nas nossas vidas, e que nos está a “usar” para crescer, para se tornar cada vez mais massiva, uma consciência colectiva, um super-cérebro que é mais do que a soma da informação nele contida. Cada nova hiperligação “alimenta” a máquina, é uma nova ligação neural que se forma, um novo caminho que abre novos horizontes ao utilizador, que passa de mero leitor, receptor de informação, a agente activo na busca da informação, e também criador de interacções. A mensagem passa a ser, de um modo ainda mais pronunciado do que a intenção de MacLuhan nos anos 60, o meio, e o texto passa a ser dinâmica, aberto, passível de mais exploração. O texto deixa, fundamentalmente, de ser monolítico e passa a fazer parte de um texto global, de um co-texto que existe dentro do contexto global da Internet. O texto passa, no fundo, a hipertexto.

O trabalho de Wesch tem por finalidade a compreensão do modo c a nova dimensão virtual está a alterar a perspectiva que os indivíduos têm de si mesmo e dos outros, e dos novos tipos de realções que estabelecem entre si apoiados nessa nova realidade. As alterações que se estão a dar são profundas, impensáveis há relativamente pouco tempo na história da humanidade, e sem paralelo. Está em curso uma mudança de paradigma a vários níveis, e o trabalho de Wesch revela grande valia ao compreender que, mais do que criticar ou tecer juízos de valor, é necessário descrever e compreender as mudanças que estão efectivamente a acontecer. Estes quatro v´deos sãoexemplos muito válidos da nova realidade: a capacidade do indivíduo superar o seu individualismo e unir-se em causas que considera do seu interesse ou que apelem aos seus valores, mesmo que não conheça directamente os intervenientes, as alterações que se estão (lentamente) a dar na educação enquanto instituição tradicional, as comunidades de vloggers que encontram na web um espaço para partilharem a sua individualidade, as suas idiossincrassias, de um modo que dificilmente poderiam fazer fora desse meio, e a alteração do paradigma da escrita, do texto, da informação, de algo fechado e finalístico para algo aberto, dinâmico e em contexto com todos os outros textos. Etnologia Digital é realmente o nome aproriado para este campo.

LINKS E REFERÊNCIAS

Ciberespaço e Tecnologias Móveis. Processos de Territorialização e Desterritorialização na Cibercultura 1  (Citations: 4)

André Lemos
Resumo: As prática sociais emergentes com as novas tecnologias de comunicação nos colocam em meio a uma cultura da conexão generalizada, engendrando novas formas de mobilidade social e de apropriação do espaço urbano. Processos de territorialização e de desterritorialização estão em marcha, potencializados pelas tecnologias móveis. A noção de desterritorialização é uma constante em textos sobre a cibercultura. O argumento central desse artigo é que as tecnologias móveis não fomentam apenas processos de desterritorialização, mas novas reterritorializações, através de dinâmicas de controle e acesso à informação. Mostraremos que o ciberespaço e as tecnologias móveis criam territorializações em meio à tendência global desterritorializante da cultura contemporânea.

1ª Link : http://www.compos.org.br/data/biblioteca_762.pdf

Comunidades Virtuais  em Redes Sociais na Internet: Uma proposta de estudo.

Raquel da Cunha Recuero
Este artigo trata de um modelo para o estudo de comunidades virtuais como redes sociais da internet. Ele propõe um método de estudo para esses fenômenos, com base no sistema-relacionais teorias Relacional (Bertalanffy, 1975; Maturana e Varela, 2001; Watzlavick, Beavin e Jackson, 2000) e as teorias de rede. Começa a partir de uma definição conceitual de comunidades virtuais (Wellman, 2001 e 2003; Castells, 2003; Rheingold, 1999) e na construção interdisciplinar do concepct de rede social (Barabási, 2003; Watts, 1999 e 2003; Buchanan, 2002; Degenne e Forse, 1999; Scott, 2001). Finalmente, com base nesse debate, a proposta é apresentada em três centros: estrutura, organização e dinâmica da rede e seus elementos de estudo.

2º Link : http://pontomidia.com.br/raquel/seminario2005.pdf

Antonio Miranda
Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Conteúdo e Identidade
Cultura, Programa Sociedade da Informação – SocInfo/MCT.
cmiranda@unb.br

Sociedade da Informação: Globalização, Identidade e Conteúdos.

Resumo

Os conteúdos informacionais nas redes eletrônicas são

analisados na perspectiva de seu impacto social e da

promoção da identidade cultural. Considera a penetrabilidade

e capilaridade das teconologias da informação um dos

principais indicadores de desenvolvimento da sociedade da

informação e defende a instalação de pontos de acesso  à

internet em bibliotecas públicas e escolares. Defende também

o fomento à produção de conteúdos, seu registro e difusão nos

âmbitos de governo, da sociedade pelos indivíduos, de forma  a

refletir as diversidades culturais e regionais, urbanas,

periféricas e rurais, assim como o resgate da memória já

registrada em língua portuguesa mas ainda não acessível.

3º Link: http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n2/a10v29n2.pdf

Juan de Cicco: You Tube: el archivo audiovisual de la memoria colectiva.

4º Link: http://www.palermo.edu/ingenieria/downloads/pdfwebc%26T8/8CyT06.pdf

Apontamentos metodológicos iniciais sobre netnografia no contexto pesquisa em comunicação digital e cibercultura.
Resumo
Ao definir o papel da netnografia como uma metodologia para estudos na Internet
(Hine, 2000) e como um método interpretativo e investigativo para o comportamento
cultural e de comunidades online  (Kozinets, 1997), o próprio método se traduz como
objeto de reflexão no presente artigo. Abordamos aqui alguns exemplos de uso dessa
ferramenta  metodológica  nos  estudos  em  comunicação  mediada  pelo  computador
(CMC),  assim  como  uma  breve  problematização  sobre  o  papel  e  os  desafios  do
pesquisador nesse contexto.

5º Link: http://www.djangel.com.br/wp-content/uploads/2009/01/AmaralNataleViana.pdf

O último link fica em aberto para pesquisas, como sugestão deixo este da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), a FAESP é reconhecida pela qualidade dos trabalhos que financia.

6ª link: http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisa/?sort=-data_inicio&q=%22Cibercultura%22

OLDs MOOC end of first week thoughts #oldsmooc

Well, it’s Wednesday, so let’s do a balance of the week. I must say I tried hard, but I was unable to do all the activities proposed for the week. I have a project but I integrated a team that’s doing a related project, I integrated a study circle that formed on google+, and now I must say something for my fellows at Universidade Aberta: I hope they don’t mind my absense, but at this time I prefer to mingle with people from other places, since networking can be seen as one of the objectives of a MOOC. That said, I took a lot of time to solve my teaming up issue, because I had a lot to do in the weekend and couldn’t do a lot, and couldn’t take part in the convergence and brainstorming. At this precise moment I’m watching the convergence video. Oh, I just noticed my group ,mate Ronald took part on it, nice.

I like the MOOC and it’s very innovative and creative spirit going on. The dreambazaar has lots of amazing ideas for projects, and I feel really motivated to be part of all of this. However, I have to say the Cloudworks platform is not the most friendly or usable I’ve worked with, and I consider myself technology-savvy. I’m sure some people are having trouble figuring out what to make of it.

All in all, I think it has been a very promising experience and I’m really excited about this first experience in MOOCland. I think MOOCs have a very big role to play in education, and I hope this one in particular has a great success.

Team set up, let’s get down to business! #oldsmooc_w1

Things seem to be improving, but I have a feeling this MOOC is causing a lot of confusion for some people, including myself. It may be just the beginning, but I spend A LOT of time just trying to find my way on the Cloudworks website. Not good, especially when I have more things to do besides MOOCing. Including assignments that whose deadlines approach fast. But alas…

So, I have entered on a team to develop a project proposed by Arosha Bandana from The Open University, which will be focused on digital literacy (that is, related to the topic of my own [second] project). The link is here: http://cloudworks.ac.uk/cloudscape/view/2783. I thought her project was interesting, and even if it has some programming, I’m kinda confortable with that J. Tomorrow I’ll post my weekly thoughts on the MOOC, since that is the day’s activity. And aim for the first weekly badge, of course!

Flying through the Cloud(work)s

And at day 5… I’m behind the schedule. The planets seem to have aligned in such a way that the deadline for two assignments of the Master’s were this past weekend, and I was caught in the middle of some situations which prevented me from doing them earlier, so I didn’t have a lot of time during the weekend for browsing through other people’s clouds on the dreambazaar. Because of that I didn’t put a lot of thought when writing my dream project, so I wasn’t really confident on that either.

So, today I took the time to remake my project from scratch, this time on the field of digital literacy and using the internet in a more responsible and effective way. I pinpointed some people’s projects as well, which I’d like to join if I’m not able to get help for mine. I think things are slowly moving to their proper places.

O que é um MOOC? Três recursos para compreender o fenómeno.

Decidi escolher três tipos diferentes de recursos porque, à sua maneira, todos eles se me afiguram de grande importância e utilizade para a discussão da questão “O que é um MOOC”.

O primeiro é a entrevista de George Siemens, e serve como uma introdução ao tema, em que este aborda a sua experiência e elabora a partir dela, oferencendo conselhos de grande valia para quem pensa iniciar-se na organização de MOOCs.

O segundo é um caso prático da organização de um MOOC de humanidades, e considero que é tanto mais relevante quanto a importância que se atribua ao estudo de casos práticos. Na minha opinião esse estudo é importante e valioso, pois a análise de casos pode ajudar a ter consciência de alguns desafios que não são previstos ou são menorizados em termos teóricos, ajudando a melhorar a experiência tanto de quem organiza como de quem participa no MOOC.

Por último, e numa abordagem diferente das anteriores, proponho o relatório “Changing Course” de 2012 que, pela sua periodicidade anual, permite analisar numa perspetiva temporal, a evolução da educação à distância (neste caso trata-se do sistema educativo dos EUA), obtendo-se daí um quadro válido para compreender o real impacto não só dos MOOC mas do ensino superior em geral.

 

 

George Siemens’ Interview on OOCs and Open Education

Não poderia deixar de incluir esta entrevista com George Siemens, visto que o académico organizou em conjunto com Stephen Downes o primeiro MOOC, e tem sem dúvida uma palavra autoritária a dizer sobre o assunto. Nesta entrevista Siemens fala sobre a sua experiência, sobre as lições que aprendeu com os MOOCS que organizou ao longo dos últimos anos, e fornece conselhos valiosos para os professores que pretendem iniciar-se na organização deste tipo de atividades. Considero também que é um recurso bastante acessível para o público em geral, porque Siemens utiliza linguagem muito pouco técnica e expressa-se de modo muito claro, pelo que pode facilmente introduzir o tema a pessoas sem formação científica na área da educação.

 

 

How to Create a Humanities MOOC

Este recurso em vídeo oferece-nos o testemunho em primeira pessoa de um caso concreto que, se é certo que não responde à pergunta “O que é um MOOC?” de uma forma direta mas teórica, proporciona um conhecimento mais aprofundado dos desafios que este tipo de evento educacional pode originar na prática.

Considero que se trata de um recurso que, em conjunto com o suporte teórico que é fornecido nos outos dois recursos que escolhi, é de grande valia para a compreensão desta evolução no campo do ensino à distância.

 

Estudo “Changing Course” 2012

http://www.onlinelearningsurvey.com/reports/changingcourse.pdf

Em linha com as minhas duas escolhas anteriores, decidi atribuir a terceira escolha a este relatório anual sobre a educação online nos EUA porque, além de responder no plano teório à questão em análise, fornece uma visão detalhada sobre vários aspectos que a ela estão ligadas na realidade do ensino superior daquele país, ao mesmo tempo que fornece uma perspetiva fiável sobre a evolução temporal do ensino à distância através da comparação dos resultados obtivos com os de anos anteriores. Assim, podemos ter uma ideia mais aproximada sobre o modo como os MOOCs são encarados pelo mundo académico, sobre o nível de aceitação por parte dos corpos docentes, etc.

Na minha opioião, é um excelente recurso para enquadrar os MOOCs numa perspectiva mais alargada do sistema educativo dos EUA, onde o ensino à distância tem tido já desde o início do século XX uma expressão incomparável à da nossa realidade.

 

Authenticity and Transparency in the Brave New (Virtual) World

The question of transparency and authenticity is of utmost importance in a realm where the communication is mediated by, and the information is stored in, technological, digital media. The nature of the virtual realm of the cyberspace as another realm of reality is, by definition, diverse from that of the actual realm of spacetime. Pierre Lévy (Lévy, 1995) considers that virtual is not opposed to real, because the former is contingent of the later, it exists as a possibility, like a tree is the virtual outcome of a seed or a sapling, therefore what is opposed to virtual is actual. In that sense, virtual and actual are states of being. Given that definition, the features we can identify in the virtual are related to the features we find in the actual realm, but assuming different states and proportions. I asserted in a different post that the actual realm is humanized, since human beings didn’t create it but we had to evolve and adapt as a species to the conditions we couldn’t control, at the same time we made our best to adapt the environment we were in to suit our purposes. In contrast, the virtual realm is different in that it is fully and totally human: humans created it (and are continuously doing so) from scratch out of their own creativity, intellect and interest, in patters that reflect different concerns than those in the actual world. Nevertheless, the two are more and more intertwined and interwoven, and there is an increasing tension due to the need to combine the characteristics of the two realms in such a way that the fabric of the society, based in millennia of evolution of social models, balances of power, economy, ethics and religions isn’t disrupted.

One of the features that characterize the virtual realm is the uniqueness of its informational nature. The cyberspace is a realm of data, of zeros and ones transmitted at increasingly high speeds between entities in an increasingly complex mesh of networks, stored in databases and servers all over the globe, in a chaotic fashion that isn’t limited by geopolitical barriers in the realm of actual spacetime. Information exists and is created at every moment as data in a redundant way, and much of it is accessible to the world at large, with close to none constraints. The same author (Lévy, 2000) tells us about the information flood that threatens to submerge us and the need to build our own “ark” and learn to navigate on that monstrous sea. That leads us to two concepts of utmost importance: authenticity and transparency.

Authenticity is defined in the Free Merriam-Webster Online Dictionary as, among other definitions, something that is “not false or imitation”. In fact, the chaotic and distributed nature of the Internet makes it easy for everyone to create content. Weblogs, social media, institutional or private websites, repositories of information (academic / research, news archives, etc.), all of them are accessible to a scale so big that no single individual can possibly keep track of it. Therefore, we are forced to rely in second-hand information, be it shared by someone of gathered through technological means, how can we possibly assess the validity, the authenticity of the information?

Related to that concept is transparency, which is defined in the same dictionary as “the quality or state of being transparent”, that in turn is (among others) defined as “free from pretense or deceit”. Let’s consider the human nature for an instant. The evolution of humanity is, when everything is done and said, based in deceit, pretense and general lies. It’s an evolutionary perk that contributed to the survival of the fittest, and was to a point subjugated by social ethics and moral systems.

As I mentioned before, the virtual realm is different in the sense that certain features of the actual realm assume different proportions. In this particular case, the millennia of development of social ethics and morals seems hard to translate in the virtual realm, because the technological mediation of communication / information creates a layer that is often perceived as a barrier that can protect identities and thus validate behaviors that would be unacceptable in the actual realm. Carl Jung (Jacobi, 1995) argues that the human being creates different personas to face different situations, and these personas appear “as a consciously created personality or identity fashioned out of part of the collective psyche through socializationacculturation and experience”. He relates them to masks (and that is the etymology of the Latin term, the masks used in theatre) which are perceived as “a compromise between the individual and society as to what a man should appear to be” (Jung, 1971). This implies that lies, deceive and general mischief are only natural, but the social fabric is kept together in part with the balance of those behaviours so as to minimize their impact in the whole of society. But those social constraints are less likely to happen on the Internet, and the personas appear to be experiencing a kind of freedom not seen out of it. Classical examples are the phenomena of widespread piracy of copyrighted content and the freedom of speech provided by social networks such as Facebook and Twitter, which in many cases is only apparent. And, of course, lets not forget plagiarism and stealing of identity.

These two phenomena are, indeed, examples of situations that, we could argue, always existed, but have experienced a real growth due to the overabundance and easy access of information, often personal, on the Internet. With the growth of the Internet and virtualization of many areas of our lives, those are threats to the coherence of the virtual realm that need to be tackled in order to ensure the confidence of the institutions and users and the validity of the system as a whole. Many technologies have been developed, such as password protection, CAPTCHAs, activation of accounts by phone or text messages, but they focus only on one part of the problem, that of allowing access to someone to a certain resource, assuming the owner of the correct credential is the person who says he/she is. That, of course, relies eavily in ethics, since there is no way to really know who is logging in to a given service. Another approach to identity check, which has been developing in the past years, is the application of semantic analysis to social networks and other kinds of websites such as repositories using advanced artificial intelligence algorithms to build profiles based on style patterns that allow for the identification of the unique writing characteristics of people.

In a nutshell we could say the cyberspace faces challenges similar to those experienced in the actual world, but while society in the actual realm developed strategies to cope with them in an effective manner through millennia of evolution thus balancing them and minimizing their bad effects to the society itself, the cyberspace is still a brave new world, a kind of borderland where the balance between rules and the amplification of the personas caused by an extra layer that separates the individual is yet to be achieved. It seems to me, therefore, that although technological advances are being made, ethics are still the main weight that plays in favor of authenticity and transparency.

References

^ Carl Gustav Jung“, The relations between the Ego and the Unconscious”, in: Joseph Campbell (ed.), The Portable Jung. New York: Viking Press, 1971, p. 106.

Jolande Székács Jacobi, Masks of the Soul. William B. Eerdmans Publishing Company, 1977; Robert H. Hopcke, Persona. Berkeley: Shambhala Publications, 1995.

Lévy, Pierre (1995) Qu’est-ce que le virtuel? La Decouverte:Paris.

Lévy, Pierre (2001) Cyberculture, trans. Robert Bononno Minneapolis:University of Minnesota Press.

So… Let’s (OLDs) MOOC!

OLDs MOOC

Yesterday, 10th January, I had the chance to take part, for the first time in my life, on one of the biggest innovations in learning technology of recent years: a MOOC.

MOOC is an acronym of Massive Open Online Course, a development in distance education where a single institution is able to, aided by technological resources, provide a learninng environment for a huge number of participants at the same time, promoting interaction and sharing between them to maximize the learning experience in an innovative ways.

This MOOC in particular is a course on Learning Design (it’s name is Open Learning Design studio MOOC) and is promoted by the Open University of the UK.

A great thing with this (and other) MOOC(s) is that they take advantage of the different social tools spread on the web for educational resource, rather than using only a closed environment controlled by themselves. While that is good because it allows for a greater openness, better flexibility and a lot of interaction with people and information around the world, it can be a bit confusing and not so good for the less savvy on the information technology.

So, in this first day we got acquainted to the different tools we’re going to use, like Google Groups, Cloudworks, Twitter, Google+ and others (granted, some of them are of regular use by a lot of the participants and Cloudworks is the one requiring a deeper attention since few outside the UK Open University had used it before). We did introductions (the social interaction is of the utmost importance) and defined learning goals for the week.

Today (11th) we have to propose learning design projects. I’m going to start by searching what that means and try to come up with something. Wish me luck J

On the Internet, the Creator is all of us

The Internet is a new world, a new paradigm of social interaction, something that is truly unique to this age we live in. In a few years it fundamentally changed many aspects of our lives, in ways many don’t even start to suspect. It is a network of networks communicating with each other through many different protocols, in a fundamentally chaotic way, without a central, dominant node that controls it all. It resembles a neural network, a biological form of life. Information travels through it at high speeds, connecting the world.

 

Internet allowed for new forms of interaction between people. Blogs like this one, for example, are a kind of asynchronous communication that populate the Internet, are parte of the virtual reality of the digital world. This post, if you care to check, is totally original. Go on, copy and paste any part of if on Google and see if you can find any matches. I’ll wait patiently while you do it and resume my thoughts when you get back.

 

So you didn’t find anything of interest on that behemoth of search that Google is, then. That may mean this is an original work. Or it may have been copied from some place Google doesn’t have access. All the possibilities remain; doubts are always there, aren’t they?

 

Yes.

 

This could in fact be a copied text, but you’ll have to depend upon my word it isn’t, and that is the whole point. On the Internet the veracity is dependent on the goodwill of who places the information there. Ethics play a greater role than outside it (let’s call it the offline world). In the offline world ethics play their part, but it’s much easier to unveil and punish unethical behaviors.

 

Opposed to the offline world, which is humanized, the online world is human. What is the difference between the two concepts? The human beings did not create the offline world. We are here by chance (no religious flaming, please, thank you), and do our best to adapt ourselves and adapt our environment to our needs. Now, the online world is different. It is build by humans and for humans, so it could be argued than, in that way, it is more human than the offline world.

 

Moreover, everyone can contribute to it; can shape it on his/her own will, taste or need. Can create it. That why (another bombastic, flammable argument) religions have a hard time on the Internet: there is a distinctive feeling that the Creator is all of us.

 

The human nature of the online world is characterized by an amplification of the humanity within us. This means that in the Internet certain social constraints we find in the offline world, i.e., behavior rules of living in society, are more difficult to be applied and enforced, so there is a broader freedom to express individuality, and the whole range of ethics and moral is certainly present in a wider and more accentuated way. This post is an example. You cannot figure out if it’s an original work, so you’ll have to blindly accept it or deny it just based in my own word. And you can apply that principle to almost everything in the online world, because you don’t have fully foolproof ways to assess veracity.