Challenges and Competences of the e-Teacher: A higher education experience in Portugal

Costa, F. A., & Fradão, S. (2012).   Challenges and Competences of the e-Teacher: A higher education experience in Portugal . In C. Prachalias (Ed.), Proceedings of the 8th International Conference on Education. Research and Training Institute of East Aegen, 5th-7th July (pp. 145–152). Samos Island, Greece. Retrieved from http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6994

Os autores dão conta da experiência de organização de um Mestrado em Educação em e-learning na Universidade de Lisboa, e tecem considerações sobre o papel do professor nesse cenário que me parecem valiosas pelo contributo de observação prática do que é geralmente postulado em teoria, com as dificuldades encontradas próprias de uma metodologia em contínuo desenvolvimento. O papel do e-professor ou e-tutor é diferente do papel do professor tradicional, pois são-lhe requeridas outras funções e responsabilidades e este deve possuir diferentes competências e conhecimentos, dos quais os conhecimentos tecnológicos não são os menos importantes. No entanto, o e-professor deve sobretudo criar estratégias para estimular e motivar os aprendentes à participação ativa, pois estes e os seus interesses são o foco central da aprendizagem.

Connectivism: Learning theory of the future or vestige of the past?

Kop, R., & Hill, A. (2008). Connectivism: Learning theory of the future or vestige of the past? … Review of Research in Open and Distance Learning. Retrieved from http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/viewArticle/523

Os autores fazem um balanço do debate sobre o conectivismo proposto inicialmente por Siemens e Downes, particularmente no seu estatuto como teoria da aprendizagem. O novo papel do professor é também abordado neste contexto, sendo que este assume um papel mais secundário devido à centralização do foco da aprendizagem no aprendente, passando o professor a agir como um guia dentro da rede de conhecimento a que este tem acesso. No entanto esse papel pode perder relevância à medida que a rede de conhecimento do aprendente evolui, dado que este passa a ter a capacidade de dirigir a sua própria aprendizagem para além da educação formal e das instituições tradicionais. Parece-me ser uma abordagem válida, e espelha algumas mudanças que estão em quanto ao papel do professor no ensino à distância.