Game On! My latest MOOC experience: #gamemooc #gbl #edtech

In the truest spirit of a knight who seeks the Grail, I’m about to engage in a new adventure in MOOCland, a quest for enlightenment on the subject of gamification of learning. Appropriately, the promoters have set up a scenario using a webpage with a web game theme, so I am now known as Sir João, knight of the Grand Order of the Royal Whatever. No I’m not, but I’m supposed to be a knight all the same. I hope there are no Knight Who Say Ni! on those whereabouts…
Gamification is something that interests me. I used to be a gamer back in the old days, before I lost a lot of interest when I was at university, but never left it totally. I always kept an eye on video games and I can say I recently played a few days my all-time favorite, Sid Meyer’s Colonization (thanks Dosbox!).

The phenomenon of gaming is of interest to me not only on the entertainment perspective but also on the learning and development point of view. Animals learn by playing, that’s only natural, everyone plays games in some way or another. Games are training for life. But games are not only play. Games are much more than that. There’s a whole science behind game design, game theory, game economics, and when you direct the game to the pedagogical field you can have very interesting results.

Nevertheless, the subject of this MOOC is not only games: it’s Gamification. That is a concept I wasn’t aware of until recent years. I confess I had eard it before but dismissed it as any fad mumbo-jumbo trend for the time being. Now, doing some research in education trends I refound it and, in context, it really makes a lot of sense. What we’re talking about is not the use of games for education purposes, it’s in fact the actual perception of the education as a game, borrowing elements from one reality to another to achieve a more natural, engaging and motivating experience of learning. Now, that is REALLY what learning design should be about, right?

So, let’s see how things go in this second MOOC experience. This one is shorter that OLDS MOOC (6 weeks) and doesn’t seem to be so demanding in terms of time. I’m sure It’ll be a great experience.

The link for the MOOC , which officially starts March 18th, is this one: http://gamesmooc.shivtr.com

I’m (OLDs) MOOCing in the rain… #oldsmooc_w2

raining_cats_and_dogs

Amid the nice winter weather we’re having here in Europe (rainstorm in Portugal, snow all over Europe, fyi), this was not a good (OLDs) MOOCing week for my. My time management was far from adequate, and I had to find time between the classes I give, the ones I take (or whatever you want to call them) and the deadlines for several assignments for the master’s (if you speak Portuguese, check out my Digital Storytelling video ). So, I didn’t start on Thursday, hoping to catch up in the weekend, and when it arrived some other things suddenly crashed on my lap (including the aforementioned deadlines), so I had to focus on that. Then week started and I was a bit frustrated and dispirited by the lack of communication in the project I had joined, so I didn’t have the nerve to do anything in the MOOC… I had to get some word of encouragement, and it came, but at the same time I just checked the status of the project, and the original promoter says she’ll be unable to actively support it due to work schedule. Oh well, at least she seems to have a stable job, which is better that not having one… Alas, I’m going to try to join another team, that’s how life is, keep banging your head and in the end… you get a concussion! 😀

Oh, wait, if I get to catch up with week 2 activities, can I still apply for the badge? If any reader knows, please comment J Thanks!

Cheerio!

O que é um MOOC? Três recursos para compreender o fenómeno.

Decidi escolher três tipos diferentes de recursos porque, à sua maneira, todos eles se me afiguram de grande importância e utilizade para a discussão da questão “O que é um MOOC”.

O primeiro é a entrevista de George Siemens, e serve como uma introdução ao tema, em que este aborda a sua experiência e elabora a partir dela, oferencendo conselhos de grande valia para quem pensa iniciar-se na organização de MOOCs.

O segundo é um caso prático da organização de um MOOC de humanidades, e considero que é tanto mais relevante quanto a importância que se atribua ao estudo de casos práticos. Na minha opinião esse estudo é importante e valioso, pois a análise de casos pode ajudar a ter consciência de alguns desafios que não são previstos ou são menorizados em termos teóricos, ajudando a melhorar a experiência tanto de quem organiza como de quem participa no MOOC.

Por último, e numa abordagem diferente das anteriores, proponho o relatório “Changing Course” de 2012 que, pela sua periodicidade anual, permite analisar numa perspetiva temporal, a evolução da educação à distância (neste caso trata-se do sistema educativo dos EUA), obtendo-se daí um quadro válido para compreender o real impacto não só dos MOOC mas do ensino superior em geral.

 

 

George Siemens’ Interview on OOCs and Open Education

Não poderia deixar de incluir esta entrevista com George Siemens, visto que o académico organizou em conjunto com Stephen Downes o primeiro MOOC, e tem sem dúvida uma palavra autoritária a dizer sobre o assunto. Nesta entrevista Siemens fala sobre a sua experiência, sobre as lições que aprendeu com os MOOCS que organizou ao longo dos últimos anos, e fornece conselhos valiosos para os professores que pretendem iniciar-se na organização deste tipo de atividades. Considero também que é um recurso bastante acessível para o público em geral, porque Siemens utiliza linguagem muito pouco técnica e expressa-se de modo muito claro, pelo que pode facilmente introduzir o tema a pessoas sem formação científica na área da educação.

 

 

How to Create a Humanities MOOC

Este recurso em vídeo oferece-nos o testemunho em primeira pessoa de um caso concreto que, se é certo que não responde à pergunta “O que é um MOOC?” de uma forma direta mas teórica, proporciona um conhecimento mais aprofundado dos desafios que este tipo de evento educacional pode originar na prática.

Considero que se trata de um recurso que, em conjunto com o suporte teórico que é fornecido nos outos dois recursos que escolhi, é de grande valia para a compreensão desta evolução no campo do ensino à distância.

 

Estudo “Changing Course” 2012

http://www.onlinelearningsurvey.com/reports/changingcourse.pdf

Em linha com as minhas duas escolhas anteriores, decidi atribuir a terceira escolha a este relatório anual sobre a educação online nos EUA porque, além de responder no plano teório à questão em análise, fornece uma visão detalhada sobre vários aspectos que a ela estão ligadas na realidade do ensino superior daquele país, ao mesmo tempo que fornece uma perspetiva fiável sobre a evolução temporal do ensino à distância através da comparação dos resultados obtivos com os de anos anteriores. Assim, podemos ter uma ideia mais aproximada sobre o modo como os MOOCs são encarados pelo mundo académico, sobre o nível de aceitação por parte dos corpos docentes, etc.

Na minha opioião, é um excelente recurso para enquadrar os MOOCs numa perspectiva mais alargada do sistema educativo dos EUA, onde o ensino à distância tem tido já desde o início do século XX uma expressão incomparável à da nossa realidade.